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Curcuma Longa Extrato (95% curcuminóides) 500mg – Cápsulas Vegetais - Vegan

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Ref: 2017

Cápsulas

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De: R$ 143,10

Por: R$ 99,30

9x de R$ 13,19 com juros
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    Descrição

    O QUE É?


    Conhecida como açafrão da Índia, turmérico, turmeric ou apenas Cúrcuma, a Curcuma longa Linn. é uma planta da família do gengibre (Zingiberaceae) sendo a raiz a parte mais utilizada. Propriedades antioxidantes têm sido atribuídas à Curcuma longa, e auxiliam na neutralização de alguns tipos de espécies reativas e, consequentemente, redução da peroxidação e oxidação de lipoproteína de baixa densidade (LDL). Além disso, a Curcuma longa tem demonstrado pronunciado efeito anti-inflamatório, atribuído à inibição de enzimas responsáveis pela síntese de mediadores inflamatórios (como leucotrienos pró-inflamatórios, prostaglandinas e tromboxano) e à redução dos níveis do fator de transcrição NFκB. Ao inibir determinadas vias de sinalização, transdução e transcrição, propriedades antiproliferativas, apoptóticas, antiangiogênicas e antimetastáticas, tem atribuído um papel quimiopreventivo significativo à Curcuma longa.


    PARA O QUE SERVE?


    Em pacientes com síndrome metabólica, a suplementação com curcumina reduziu os níveis séricos de TNF-α, IL-8 e MCP-1, uma citocina importante na migração e infiltração de monócitos. Em outro estudo, foi observada a diminuição de IL-4, IL-6 e proteína C reativa em pacientes com osteoartrite que receberam a suplementação de curcuminoides.


    Em diabetes tipo 2, a suplementação com curcumina reduziu os níveis de TNF-α e IL-6 e promoveu o aumento de adiponectina, um hormônio importante na regulação da glicemia, no plasma dos pacientesDessa forma, esses estudos demonstram que a curcumina possui um potencial efeito modulatório na inflamação que pode promover uma melhora em diversas doenças em que há uma base pró-inflamatória envolvida.


    HEPATOPROTETOR


    O estresse oxidativo tem sido considerado um fator importante no dano hepático induzido por diversos agentes, como álcool, medicamentos, infecções virais, componentes da dieta, entre outros. Diversos modelos animais e celulares demonstram o efeito hepatoprotetor promovido pela curcumina.


    A atividade antioxidante da curcumina reduz a peroxidação lipídica e protege contra o dano hepático. Em modelos animais com dano hepático, o tratamento com a curcumina aumentou a atividade da enzima superóxido dismutase (SOD) e a capacidade antioxidante total do fígado. A curcumina inibiu a cirrose decorrente da ação da tioacetamida e promoveu redução no estresse oxidativo, proporcionando a proteção do tecido hepático e das enzimas antioxidantes, além da restauração dos hepatócitos.


    Em modelos com linhagens celulares hepáticas humanas, a curcumina também aumentou a atividade da SOD e reduziu os níveis de glutationa e a formação de espécies oxidativas (EROs) após o tratamento dessas células com um gerador de radicais livres.


    Já em ensaios clínicos, pacientes com doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), a suplementação com a curcumina resultou na diminuição do índice de gordura no fígado, além da redução do colesterol total, LDL, triglicerídeos, e das enzimas AST (aspartato aminotransferase) e da ALT (alanina aminotransferase), dois importantes marcadores hepáticos.


    Essas evidências demonstram que a suplementação com a curcumina possui um papel hepatoprotetor em potencial.


    ANTITUMORAL


    A curcumina tem demonstrado um efeito importante em suprimir o desenvolvimento, invasão de tumores, angiogênese e metástase. Alguns estudos já demonstraram um efeito benéfico da curcumina em vários tipos de câncer, incluindo mieloma múltiplo, cólon, pâncreas, mama, próstata e pulmão.


    Em pacientes com câncer de cólon retal, o tratamento com curcumina por sete dias promoveu a redução de COX-2 nas biópsias dos pacientes.13 Em outro estudo, curcumina associada com quercetina diminuiu o número de pólipos após seis meses de tratamento.14 Já a administração de curcumina por até 30 dias resultou na diminuição dos níveis de TNF-α no soro em pacientes com câncer de cólon retal, bem como aumentou o número de células cancerígenas apoptóticas e a expressão de p53, um gene supressor tumoral.


    Em outro ensaio clínico, pacientes com mieloma múltiplo que receberam curcumina apresentaram uma diminuição na expressão de NFκB e COX-2. Resultado semelhante foi observado em pacientes com câncer pancreático.


    No tratamento da leucemia mieloide crônica, a utilização da curcumina em associação ao imatinib, um anticorpo monoclonal, reduziu significativamente os níveis de óxido nítrico em comparação aos pacientes que receberam apenas o medicamento. Esses estudos, juntamente com pesquisas em modelos celulares e animais, demonstram o potencial efeito da curcumina como um agente antitumoral.


    ANTI-INFLAMATÓRIO


    A curcumina regula negativamente a produção de interleucinas pró-inflamatórias, como a IL-1 e IL-6, assim como a de citocinas como TNF-α, ao intervir na sinalização e ativação do fator de transcrição JAK/STAT. Além disso, a curcumina diminui a atividade das enzimas óxido nítrico sintase (iNOS), ciclooxigenase-2 (COX-1), lipoxigenase (LOX), assim como promove a supressão da ativação do NFkB.


    Diversos ensaios clínicos já realizados têm demonstrado esse efeito potencial da curcumina em reduzir os níveis de marcadores inflamatórios. Em pacientes com síndrome metabólica, a suplementação com curcumina reduziu os níveis séricos de TNF-α, IL-8 e MCP-1, uma citocina importante na migração e infiltração de monócitos.6


    Em outro estudo, foi observada a diminuição de IL-4, IL-6 e proteína C reativa em pacientes com osteoartrite que receberam a suplementação de curcuminoides.7


    Em diabetes tipo 2, a suplementação com curcumina reduziu os níveis de TNF-α e IL-6 e promoveu o aumento de adiponectina, um hormônio importante na regulação da glicemia, no plasma dos pacientes.8,9


    Dessa forma, esses estudos demonstram que a curcumina possui um potencial efeito modulatório na inflamação que pode promover uma melhora em diversas doenças em que há uma base pró-inflamatória envolvida.10


    Os resultados e indicações são avaliados e comprovados pelo fabricante e baseados nos estudos das ações do mesmo, descritos na literatura.


    Principais Indicações


    Segundo as farmacêuticas da Quallitá este produto é indicado para:


    Antioxidante e anti-inflamatório;
    Hepatoprotetor;
    Quimiopreventivo;
    Antibacteriana;
    Diurética;
    Reduz níveis de colesterol.

    Composição

    Curcuma Longa                 500mg
    Excipiente qsp 1 cápsula vegetal



    • 2cápsulas = 1 dose


    Validade: 4 meses.
    Os resultados e indicações são avaliados e comprovados pelo fabricante e baseados nos estudos das ações do mesmo, descritos na literatura. Não os garantimos, visto que, eles variam de indivíduo para indivíduo e dependem de vários fatores como: hábitos alimentares, exercícios, patologias pré-existentes e do uso do produto, seguindo a posologia indicada.

    Modo de Usar

    Sugestão de modo de Usar: Tomar 1 a 2 cápsulas ao dia com pelo menos meio copo de água longe das refeições ou, conforme orientação de profissional habilitado.
    USO ORAL: 300 a 600 mg até 3 vezes ao dia.
    Administrar em horários afastados das principais refeições.

    Advertência

    Contraindicações:


    A Curcuma longa é contraindicada caso o paciente tenha alergia a curcumina e açafrão. É também contraindicado para uso em pacientes que estejam fazendo uso de medicações que alterem suas características de coagulação como antiagregantes plaquetários, anticoagulantes, heparina de baixo peso molecular e agentes trombolíticos, pois, pode haver aumento no risco de casos de sangramento. É também contraindicado para pacientes com riscos de obstrução de vias biliares ou que tenham cálculos biliares, pacientes com úlceras estomacais e hiperacidez do estômago. Não é indicado para gestantes ou lactantes.


    A curcumina, principal componente bioativo da Curcuma longa, é uma molécula lipofílica e pode apresentar baixa biodisponibilidade pela via oral em função da rápida metabolização hepática e entérica. A biodisponibilidade pode ser aumentada em até 2000% associando Curcuma longa à Piperina (Piper nigrum), que por sua vez apresenta propriedade de inibir a glucuronidação  https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/farmacologia-cl%C3%ADnica/farmacocin%C3%A9tica/metabolismo-de-f%C3%A1rmacos hepática e intestinal. 


    Eduardo, favor colocar este link LIGADO À PALAVRA GLUCORONIDAÇÃO


    Recomendações gerais importantes. Leia antes de usar:


    1. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.
    2. Imagens meramente ilustrativas.
    3. Pessoas com hipersensibilidade à(às) substância(s) não devem ingerir o produto.
    4. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
    5. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido.
    6. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.
    7. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    8. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres amamentando (pode diminuir a produção de leite) e grávidas sem orientação médica.
    9. Medicamentos em cápsulas não podem ser partidos ou mastigados.
    10. Os resultados descritos variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o uso correto do produto conforme descrito na posologia.
    11. "SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, UM MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO".


    “Não se trata de propaganda e sim descrição do produto, consulte sempre um especialista.”
    "Venda sob prescrição de profissional habilitado, de acordo com a Resolução 586/2013 do Conselho de Farmácia. Nossos farmacêuticos estão habilitados para prescrição farmacêutica. Consulte-nos!"
    “O estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário à informação e orientação quanto ao uso dos medicamentos solicitados por acesso remoto” RDC 44 de 17 de agosto de 2009, Artigo 58.”

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